sábado, 27 de fevereiro de 2010
Nasci Poesia
Nasci Poesia
Nasci …
… e sou poeta.
Respiro o calor do sol
caminhando descalça
à beira-mar.
Inspiro o cheiro do alecrim
e sei
que o beija-flor
foi criado para mim…
O poeta sente a vida,
chora a rir, qual palhaço,
e eu,
sinto amor pelo que faço !
Nasci …
… e sou poeta.
E quando o sol da minha vida se puser,
as estrelas brilharão no seu lugar
e, ainda assim,
serei poeta , pois fazer poesia
é amar…!
Nasci …
… e sou poeta.
Elsa Sousa
Março 2010
Nasci …
… e sou poeta.
Respiro o calor do sol
caminhando descalça
à beira-mar.
Inspiro o cheiro do alecrim
e sei
que o beija-flor
foi criado para mim…
O poeta sente a vida,
chora a rir, qual palhaço,
e eu,
sinto amor pelo que faço !
Nasci …
… e sou poeta.
E quando o sol da minha vida se puser,
as estrelas brilharão no seu lugar
e, ainda assim,
serei poeta , pois fazer poesia
é amar…!
Nasci …
… e sou poeta.
Elsa Sousa
Março 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Jardim dos Poetas
A poesia nasce com as estrelas...
Para lá das palavras
Para lá do sonho
Está o poema
Livre e belo
Canta a beleza de todas as coisas
Dança e voa...
Levemente toca os teus sentidos
Navega nas suas asas
Segue o som das estrelas
E da lua que ainda agora nasceu...
Sente ...
Ouve
E espera
Na voz que anseia
Ser poema...
Livre como o vento
Fresca como as ondas do mar
Viaja na areia molhada
Daquela praia
Onde aquele olhar ficou...
Manuela Matos
Para lá das palavras
Para lá do sonho
Está o poema
Livre e belo
Canta a beleza de todas as coisas
Dança e voa...
Levemente toca os teus sentidos
Navega nas suas asas
Segue o som das estrelas
E da lua que ainda agora nasceu...
Sente ...
Ouve
E espera
Na voz que anseia
Ser poema...
Livre como o vento
Fresca como as ondas do mar
Viaja na areia molhada
Daquela praia
Onde aquele olhar ficou...
Manuela Matos
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Escrita
Escrita expressiva e Lúdica
"Escrevam sobre vós e as vossas vivências"
- Escreve um texto em que me fales de ti, dos teus sonhos, dos teus medos. Podes começar assim: «Estava um dia triste e cinzento...Os raios de sol escondiam-se atrás das nuvens. O frio colava-se ao meu corpo. Apetecia-me escrever... Peguei numa folha vazia e numa caneta.... Olhei para o céu. Comecei a escrever um texto que falava de mim, do céu, do mar e das estrelas... O vento dançava e a chuva batia-me no rosto. Era um texto que falava de amizade, de partilha...Intitulou-se "Eu e os Outros"».
A professora
Manuela Matos
"Escrevam sobre vós e as vossas vivências"
- Escreve um texto em que me fales de ti, dos teus sonhos, dos teus medos. Podes começar assim: «Estava um dia triste e cinzento...Os raios de sol escondiam-se atrás das nuvens. O frio colava-se ao meu corpo. Apetecia-me escrever... Peguei numa folha vazia e numa caneta.... Olhei para o céu. Comecei a escrever um texto que falava de mim, do céu, do mar e das estrelas... O vento dançava e a chuva batia-me no rosto. Era um texto que falava de amizade, de partilha...Intitulou-se "Eu e os Outros"».
A professora
Manuela Matos
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Lenda de S. Martinho
Martinho era um valente soldado romano que estava a regressar da Itália para a sua terra, algures em França.
Montado no seu cavalo, estava a passar num caminho para atravessar uma serra muito alta, chamada Alpes, e, lá no alto, fazia muito, muito frio, vento e mau tempo. Martinho estava agasalhado normalmente para a época: tinha uma capa vermelha, que os soldados romanos normalmente usavam. De repente, aparece-lhe um homem muito pobre, vestido de roupas já velhas e rotas, cheio de frio que lhe pediu esmola.
Infelizmente, Martinho não tinha nada para lhe dar. Então, pegou na espada, levantou-a e deu um golpe na sua capa. Cortou-a ao meio e deu metade ao pobre.
Nesse momento… as nuvens e o mau tempo desapareceram. Parecia que era Verão! Foi como uma recompensa de Deus a Martinho por ele ter sido bom.
É por isso que todos os anos, nesta altura do ano, mesmo sendo Outono, durante cerca de três dias o tempo fica melhor e mais quente: é o Verão de São Martinho.
.
Trabalho realizado por: Diana Vieira nº 8- 6ºB
Disciplina: Língua Portuguesa
Regresso à Escola
UM POEMA DE REGRESSO À ESCOLA
Escrever Poemas
Abre a porta aos meus pensamentos
Que saem da minha mente
Por breves momentos…
Momentos esses…
Que me fazem pensar,
Que me fazem libertar…
A consciência
Voando para o outro lado do mundo,
Que por vezes parece tão longe,
Mas, na realidade, é tão perto.
Que cresce num pensamento
E evolui num papel.
Como a mente de um pintor,
Desenhada com um pincel,
Desenvolvendo-se com própria cor.
LUCIANA TEIXEIRA
Nº15 TURMA 6ºB
Com a colaboração de seu Pai
Escrever Poemas
Abre a porta aos meus pensamentos
Que saem da minha mente
Por breves momentos…
Momentos esses…
Que me fazem pensar,
Que me fazem libertar…
A consciência
Voando para o outro lado do mundo,
Que por vezes parece tão longe,
Mas, na realidade, é tão perto.
Que cresce num pensamento
E evolui num papel.
Como a mente de um pintor,
Desenhada com um pincel,
Desenvolvendo-se com própria cor.
LUCIANA TEIXEIRA
Nº15 TURMA 6ºB
Com a colaboração de seu Pai
Uma Página do meu Diário
Terça-feira, 17.11.2009
Querido diário,
Hoje é terça-feira. Tenho escola. Vou estar na escola. Estou com os meus amigos todos, principalmente, com os meus melhores amigos que são o colega Jorge, o Tiago e o Miguel e das raparigas, a Eliana, a Flávia, a Inês e a Andreia Vieira.
Também vou estar com os meus professores nas aulas e nos corredores da escola.
A escola para mim é muito fixe, nas aulas como nos intervalos.
Eu gosto muito de ir para a biblioteca da escola para ler livros e ir para o computador. Eu gosto muito de bibliotecas!
Às terças-feiras, tenho Educação Física e Língua Portuguesa que são as minhas disciplinas preferidas. Eu adoro estas aulas! Também gosto de outras disciplinas, como EVT e Educação Musical, História, etc.
Para ser verdadeiro, gosto muito da escola e das aulas, só não gosto de alguns colegas porque fazem muito barulho. Eu também faço, mas não tanto como eles!
Adeus, querido diário!
Luís
6ºB
Luís Mendes
Histórias de Antigamente Contadas pelos Avós
A Desfolhada de Antigamente
Segundo a minha avó, a desfolhada de antigamente era feita do seguinte modo: de dia tirava-se a espiga de milho da cana para os cestos e depois era levada para um beiral onde se punha uma rima muito grande de espigas.
A minha avó convidava 15 a 20 raparigas para desfolhar as espigas. No meio das espigas, havia algumas que eram de milho-rei. Aquele que achasse a espiga de milho-rei corria a roda toda para dar um abraço a todos os que lá estavam.
Todos batiam palmas de alegria e toda a gente cantava as várias músicas populares. Segundo a minha avó, a preferida era: “Ó rosa arredonda a saia, /ó rosa arredonda-a bem…”.
No dia seguinte, o folhelho era posto na eira para secar. Depois era vendido pelo meu avô para ripar.
A desfolhada devia ser um acontecimento muito trabalhoso, mas muito alegre e bonito.
Trabalho realizado por:
Diana Vieira nº8, 6º B com a colaboração de sua avó Maria Joaquina Ferraz
Segundo a minha avó, a desfolhada de antigamente era feita do seguinte modo: de dia tirava-se a espiga de milho da cana para os cestos e depois era levada para um beiral onde se punha uma rima muito grande de espigas.
A minha avó convidava 15 a 20 raparigas para desfolhar as espigas. No meio das espigas, havia algumas que eram de milho-rei. Aquele que achasse a espiga de milho-rei corria a roda toda para dar um abraço a todos os que lá estavam.
Todos batiam palmas de alegria e toda a gente cantava as várias músicas populares. Segundo a minha avó, a preferida era: “Ó rosa arredonda a saia, /ó rosa arredonda-a bem…”.
No dia seguinte, o folhelho era posto na eira para secar. Depois era vendido pelo meu avô para ripar.
A desfolhada devia ser um acontecimento muito trabalhoso, mas muito alegre e bonito.
Trabalho realizado por:
Diana Vieira nº8, 6º B com a colaboração de sua avó Maria Joaquina Ferraz
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