Cai a chuva das árvores
Chove e faz sol...
Forma-se um arco-íris.
No chão há muitas pedras
As pessoas têm muita vida
E no mundo há muitas árvores.
Diana Vieira, nº8- 6ºB
14.10.2009, 09:40 -Aula de Língua Portuguesa
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
" A Chuva"
Saio de casa e as nuvens começam a aparecer e, passado um bocado, começa a chover.
Quando começa a chover, eu penso na vida. Estou a pensar e a olhar para as árvores.
Quando acaba de chover, aparece um lindo arco-íris.
Sento-me numa pedra a ver os passarinhos a voar...
Luís Mendes
6ºAno
Turma B
14/10/2009
(Aula de Língua Portuguesa)
Quando começa a chover, eu penso na vida. Estou a pensar e a olhar para as árvores.
Quando acaba de chover, aparece um lindo arco-íris.
Sento-me numa pedra a ver os passarinhos a voar...
Luís Mendes
6ºAno
Turma B
14/10/2009
(Aula de Língua Portuguesa)
"A Língua Portuguesa É..."
A Língua Portuguesa
É um toque de magia
Que nasce
Com o nascer do dia.
É uma gota de orvalho
Que cai do céu pela madrugada.
É uma andorinha que voa
Sobre os céus
À procura de outra língua
Mais majestosa
Mas não encontra
Pois é de todas
A mais esplendorosa.
É uma árvore que nasce
Com a chegada da Primavera
E é de todas a mais bela.
Ler e escrever
São frutos dela.
A Língua Portuguesa
Sempre no nosso coração
Pois por ela
Todos têm uma grande paixão.
Flávia Pinto, nº10
6ºB
É um toque de magia
Que nasce
Com o nascer do dia.
É uma gota de orvalho
Que cai do céu pela madrugada.
É uma andorinha que voa
Sobre os céus
À procura de outra língua
Mais majestosa
Mas não encontra
Pois é de todas
A mais esplendorosa.
É uma árvore que nasce
Com a chegada da Primavera
E é de todas a mais bela.
Ler e escrever
São frutos dela.
A Língua Portuguesa
Sempre no nosso coração
Pois por ela
Todos têm uma grande paixão.
Flávia Pinto, nº10
6ºB
" O Outono da Minha Vida"
As folhas caem
Como desfalecidas ...
O vento as leva
Nós partimos
E outros chegam.
Ainda estou a viver o meu Outono...
Frio...
Triste
Não há agasalho
Que aqueça a minha tristeza
Nem um sol nascente
Que traga de volta a alegria.
"Outono"...
Cátia Santos, nº6
6ºB
Como desfalecidas ...
O vento as leva
Nós partimos
E outros chegam.
Ainda estou a viver o meu Outono...
Frio...
Triste
Não há agasalho
Que aqueça a minha tristeza
Nem um sol nascente
Que traga de volta a alegria.
"Outono"...
Cátia Santos, nº6
6ºB
" O Outono"
A chuva a cair
E uma linda e leve folha
Cai pelo chão
Coberto por um tapete branco:
"A neve"!
As pessoas à lareira
Escondem-se do frio.
As árvores ficam despidas
Os pássaros emigram
As nuvens negras voltam
Para um novo ano
De chuva
E frio.
Nome: Andreia Vieira
Nº4
Turma:6ºB
E uma linda e leve folha
Cai pelo chão
Coberto por um tapete branco:
"A neve"!
As pessoas à lareira
Escondem-se do frio.
As árvores ficam despidas
Os pássaros emigram
As nuvens negras voltam
Para um novo ano
De chuva
E frio.
Nome: Andreia Vieira
Nº4
Turma:6ºB
" O Outono"
O Outono...
Caem folhas
Do céu
Vermelhas, amarelas...
Cai alguma gota de água
Pelo meio das árvores
E os nossos cabelos até voam...
Inês Costa, 6º B, nº11
Caem folhas
Do céu
Vermelhas, amarelas...
Cai alguma gota de água
Pelo meio das árvores
E os nossos cabelos até voam...
Inês Costa, 6º B, nº11
A Língua Portuguesa
A Língua Portuguesa
É muito bonita.
Sonhar
Enquanto estamos a rimar.
Enquanto estamos a rimar
Estamos a sonhar.
Tudo se vê
Tudo se faz.
Inês Costa, 6º B, nº 11
É muito bonita.
Sonhar
Enquanto estamos a rimar.
Enquanto estamos a rimar
Estamos a sonhar.
Tudo se vê
Tudo se faz.
Inês Costa, 6º B, nº 11
"A Chuva"
Abrem-se as nuvens,
A chuva cai devagar.
As árvores a soprar
E o vento a bater nas pedras.
E o arco-íris a abrir-se...
Pela noite
A lua brilhava
Parecia o sol.
O meu gato dizia:
"- Que bela noite!"
Ouvindo o suspiro dos pássaros.
As árvores sopram,
A chuva vai caindo lentamente
O arco-íris vai desaparecendo
E as pedras caem com o tempo...
Paulo José, nº20 da turma do 6ºB
A chuva cai devagar.
As árvores a soprar
E o vento a bater nas pedras.
E o arco-íris a abrir-se...
Pela noite
A lua brilhava
Parecia o sol.
O meu gato dizia:
"- Que bela noite!"
Ouvindo o suspiro dos pássaros.
As árvores sopram,
A chuva vai caindo lentamente
O arco-íris vai desaparecendo
E as pedras caem com o tempo...
Paulo José, nº20 da turma do 6ºB
" A Fantasia"
Eu fico a sonhar na noite de luar com os meus amigos. Sonho num mundo de fantasia cheio de borboletas, flores e alegria.
Brinco com os meus amigos. Os pássaros cantam e as crianças brincam.
Adoro os meus amigos com quem posso brincar, sonhar.
Paulo Costa, nº19 do 6º B
Brinco com os meus amigos. Os pássaros cantam e as crianças brincam.
Adoro os meus amigos com quem posso brincar, sonhar.
Paulo Costa, nº19 do 6º B
"Chuva"
Abrem-se as nuvens,
Cai a chuva devagar
Como as árvores a soprar.
O vento bate nas pedras
Abre-se o arco-íris...
As árvores sopravam,
A chuva caía suavemente,
O arco-íris desfazia-se...
Paulo Rosa, nº 21 do 6º B
Cai a chuva devagar
Como as árvores a soprar.
O vento bate nas pedras
Abre-se o arco-íris...
As árvores sopravam,
A chuva caía suavemente,
O arco-íris desfazia-se...
Paulo Rosa, nº 21 do 6º B
"A Chuva"
Cai a chuva das nuvens...
Aparece o arco-íris
E as pedras vivas da vida.
As folhas caem das árvores...
Andreia Vieira, nº4 do 6ºB
Aparece o arco-íris
E as pedras vivas da vida.
As folhas caem das árvores...
Andreia Vieira, nº4 do 6ºB
Poema - "Sentado nas pedras"
Sentado nas pedras
A olhar para as nuvens
Penso na vida
Mas a chuva não deixa....
E eu tenho de me refugiar
Debaixo de uma árvore...
De repente
Nasce um grande arco-íris.
O arco-íris nasce a reluzir
E sinto o cheiro da vida
E o cheiro da chuva na cara.
Encostado a uma pedra...
O cheiro das árvores verdes
E os frutos já maduros...
João Pedro, nº 14 do 6º B
A olhar para as nuvens
Penso na vida
Mas a chuva não deixa....
E eu tenho de me refugiar
Debaixo de uma árvore...
De repente
Nasce um grande arco-íris.
O arco-íris nasce a reluzir
E sinto o cheiro da vida
E o cheiro da chuva na cara.
Encostado a uma pedra...
O cheiro das árvores verdes
E os frutos já maduros...
João Pedro, nº 14 do 6º B
" A Língua Portuguesa"
A Língua Portuguesa
É um sonho de encantar
Que brilha no céu
E pode-se voar.
A Língua Portuguesa
É a minha disciplina preferida
A Língua Portuguesa
É muito divertida.
A Língua Portuguesa
É uma história ao luar
Que brinca sem parar
E não pára de brilhar.
A Língua Portuguesa
É difícil e interessante
Dá a volta ao mundo
E é hilariante.
Vanessa Ferraz, nº 25 da Turma do 6º B
É um sonho de encantar
Que brilha no céu
E pode-se voar.
A Língua Portuguesa
É a minha disciplina preferida
A Língua Portuguesa
É muito divertida.
A Língua Portuguesa
É uma história ao luar
Que brinca sem parar
E não pára de brilhar.
A Língua Portuguesa
É difícil e interessante
Dá a volta ao mundo
E é hilariante.
Vanessa Ferraz, nº 25 da Turma do 6º B
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Nas ruas da cidade
Na rua
Ando pelos caminhos da cidade
Por pedras, montes
Que se vêem ao longe
Onde as pessoas falam
E cochicham
Nas ruas as pessoas olham
E prosseguem os seus caminhos...
De dia é assim...
Mas...à noite
A cidade ilumina-se
De luzes brilhantes
E os poetas
Da janela escrevem
Olhando para as estrelas...
Andreia, nº 2
Cai a chuva
Cai a chuva das nuvens
E o arco-íris vai aparecendo
E as pedras da vida rolam
E nós aprendemos a crescer
E a nossa vida é um arco-íris
E vamos crescendo como as árvores.
Às vezes, os maus momentos da vida
Ajudam-nos a crescer.
Andreia,nº2
Ando pelos caminhos da cidade
Por pedras, montes
Que se vêem ao longe
Onde as pessoas falam
E cochicham
Nas ruas as pessoas olham
E prosseguem os seus caminhos...
De dia é assim...
Mas...à noite
A cidade ilumina-se
De luzes brilhantes
E os poetas
Da janela escrevem
Olhando para as estrelas...
Andreia, nº 2
Cai a chuva
Cai a chuva das nuvens
E o arco-íris vai aparecendo
E as pedras da vida rolam
E nós aprendemos a crescer
E a nossa vida é um arco-íris
E vamos crescendo como as árvores.
Às vezes, os maus momentos da vida
Ajudam-nos a crescer.
Andreia,nº2
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Inauguração do Jardim dos Poetas
Jardim dos Poetas
Ser poeta
É ser uma borboleta
Que voa lentamente
Nas asas da imaginação.
É ser uma pena
Que cai suavemente
Nos sonhos e no pensamento.
Ser poeta
Não é só escrever várias linhas
Ser poeta
É ter alma encantada.
Ser poeta é ser maior
É ser uma criança
Que volta aos sonhos
E à liberdade da sua imaginação.
Ser poeta é sentir
Tudo o que há de bom
Nas suas veias
Ser poeta é ser!
É ser uma andorinha
Que voa ao sabor do vento que não escolhe para onde vai
Mas acredita que cai num mundo bom
O mundo dos sonhos
Da imaginação
O mundo da alegria.
Poesia…
O poeta sabe fazer versos
Mas sabe ainda melhor
Ter sonhos de encantar.
Não há nada que faça
Um poeta deixar de sonhar.
A poesia fá-lo viver.
A poesia é a vida
Poesia é a nossa história.
A poesia, ao poeta, corre-lhe nas veias
Não há nada melhor que a poesia!
Andreia, nº2
Jardim dos Poetas
Ser poeta
É ser diferente, maior
É imaginar
Ser borboleta.
Ser poeta não é só escrever
É também imaginar
Ser poeta é ser livre
É sonhar que está no céu
À beira das estrelas
Da lua
Ser poeta
É bonito!
Ser poeta
É sentir a solidão
E a frescura
Ser poeta
É acordar bem cedinho
A bater o sol na nossa cara
É escrever poemas…
É passar entre as flores
É passar entre o rio
O poeta
É o inventor da vida.
Ser poeta
É ser flor.
Juliana Reis, nº14
Ser poeta
É ser uma borboleta
Que voa lentamente
Nas asas da imaginação.
É ser uma pena
Que cai suavemente
Nos sonhos e no pensamento.
Ser poeta
Não é só escrever várias linhas
Ser poeta
É ter alma encantada.
Ser poeta é ser maior
É ser uma criança
Que volta aos sonhos
E à liberdade da sua imaginação.
Ser poeta é sentir
Tudo o que há de bom
Nas suas veias
Ser poeta é ser!
É ser uma andorinha
Que voa ao sabor do vento que não escolhe para onde vai
Mas acredita que cai num mundo bom
O mundo dos sonhos
Da imaginação
O mundo da alegria.
Poesia…
O poeta sabe fazer versos
Mas sabe ainda melhor
Ter sonhos de encantar.
Não há nada que faça
Um poeta deixar de sonhar.
A poesia fá-lo viver.
A poesia é a vida
Poesia é a nossa história.
A poesia, ao poeta, corre-lhe nas veias
Não há nada melhor que a poesia!
Andreia, nº2
Jardim dos Poetas
Ser poeta
É ser diferente, maior
É imaginar
Ser borboleta.
Ser poeta não é só escrever
É também imaginar
Ser poeta é ser livre
É sonhar que está no céu
À beira das estrelas
Da lua
Ser poeta
É bonito!
Ser poeta
É sentir a solidão
E a frescura
Ser poeta
É acordar bem cedinho
A bater o sol na nossa cara
É escrever poemas…
É passar entre as flores
É passar entre o rio
O poeta
É o inventor da vida.
Ser poeta
É ser flor.
Juliana Reis, nº14
Inauguração do Jardim dos Poetas
Jardim dos Poetas
A poesia é uma coisa
Linda de se viver
Há imaginação
Alegria
Para quem quiser escrever.
A poesia está em todo o lado
Em casa
Na escola
Na igreja
No pensamento
No coração.
Quem gosta de poesia
É sinal que gosta de viver
No mundo da imaginação
A poesia está em toda a parte.
Ser poeta
Escritor
É uma coisa maravilhosa…
Inventar coisas novas
Basta pegar numa folha
E numa caneta
E começar a escrever
É preciso imaginar as coisas
E voar
No pensamento
No ar
Coisas a brilhar
Na nossa vida
Poesia e realidade
A imaginação anda por aí
No ar…
Ninguém a pode parar
A poesia é a coisa
Que nos nossos sonhos
Se torna realidade
A dormir
Na escola
A pensar
Em todas as coisas
Más
Boas
A poesia está em toda a parte.
César, nº7
Poesia
Eu gosto da poesia
Ela faz-me sonhar
Tenho muita alegria
Com ela posso brincar.
A poesia está em todos nós
É só rimar
É muito fácil
É só imaginar
Todas as pessoas sabem fazer
É só preciso ter imaginação
Ela dá-me alegria.
Ser poeta é…
Uma borboleta feliz
Sempre a escrever
Sempre a rimar
É a poesia
Ela faz-me alegrar.
Poesia, és uma flor
Plantada
Num jardim encantado
Quem gosta da poesia
Gosta de viver
A poesia é que dá a vida
Ela está no meu coração
Sem ela ninguém podia viver
É a poesia. Jorge Leite
Jardim dos Poetas
A poesia é uma coisa do outro mundo
Flores, jardins, seres encantados
Fazem parte dela.
A poesia é tudo
A poesia encanta-me, faz-me sonhar
Quando eu sonho
Penso nas coisas giras
Coisas encantadas
Para mim a poesia é fantasia
Por isso amo a poesia…
Paulo Costa, nº18
Jardim dos Poetas
Ser poeta…
É criar
Escrever
Ter sonhos
Os seus versos
São alegria
Para porem
Mais lindo o dia.
Sara , nº20
A Fantasia
A fantasia
É voar nela
É descobrir um mundo novo.
Poesia é o passado
O presente e o futuro.
Viva a poesia!
Sem ela não podia viver!
Andreia, nº3
A poesia é uma coisa
Linda de se viver
Há imaginação
Alegria
Para quem quiser escrever.
A poesia está em todo o lado
Em casa
Na escola
Na igreja
No pensamento
No coração.
Quem gosta de poesia
É sinal que gosta de viver
No mundo da imaginação
A poesia está em toda a parte.
Ser poeta
Escritor
É uma coisa maravilhosa…
Inventar coisas novas
Basta pegar numa folha
E numa caneta
E começar a escrever
É preciso imaginar as coisas
E voar
No pensamento
No ar
Coisas a brilhar
Na nossa vida
Poesia e realidade
A imaginação anda por aí
No ar…
Ninguém a pode parar
A poesia é a coisa
Que nos nossos sonhos
Se torna realidade
A dormir
Na escola
A pensar
Em todas as coisas
Más
Boas
A poesia está em toda a parte.
César, nº7
Poesia
Eu gosto da poesia
Ela faz-me sonhar
Tenho muita alegria
Com ela posso brincar.
A poesia está em todos nós
É só rimar
É muito fácil
É só imaginar
Todas as pessoas sabem fazer
É só preciso ter imaginação
Ela dá-me alegria.
Ser poeta é…
Uma borboleta feliz
Sempre a escrever
Sempre a rimar
É a poesia
Ela faz-me alegrar.
Poesia, és uma flor
Plantada
Num jardim encantado
Quem gosta da poesia
Gosta de viver
A poesia é que dá a vida
Ela está no meu coração
Sem ela ninguém podia viver
É a poesia. Jorge Leite
Jardim dos Poetas
A poesia é uma coisa do outro mundo
Flores, jardins, seres encantados
Fazem parte dela.
A poesia é tudo
A poesia encanta-me, faz-me sonhar
Quando eu sonho
Penso nas coisas giras
Coisas encantadas
Para mim a poesia é fantasia
Por isso amo a poesia…
Paulo Costa, nº18
Jardim dos Poetas
Ser poeta…
É criar
Escrever
Ter sonhos
Os seus versos
São alegria
Para porem
Mais lindo o dia.
Sara , nº20
A Fantasia
A fantasia
É voar nela
É descobrir um mundo novo.
Poesia é o passado
O presente e o futuro.
Viva a poesia!
Sem ela não podia viver!
Andreia, nº3
Inauguração do Jardim dos Poetas
INAUGURAÇÃO DO JARDIM DOS POETAS
5ºB
Poetas
A sua alma é encantada
Nunca morrem
Pois são relembrados
Com muito carinho.
Serão para sempre
Uma razão de sonhar
De ler e escrever
Para sempre recordar.
Recordações no Presente
Recordações com ternura
Vamos sempre lembrar
A sua alma pura.
Andreia, nº3
Jardim dos Poetas
Quem me dera voar
Nas asas da fantasia
Mas para isso
Preciso da poesia.
Ser poeta
É ter muito amor
Os seus versos
Têm muita cor.
Ser poeta
É sonhar
Com os seus versos
Posso brincar.
Quem me dera
Poeta ser
E muitos versos escrever.
Sara Lopes, nº20
Os Poetas
Os poetas têm
A sua alma encantada
Eles vivem poemas
A partir do nada.
Os poetas
Sentem
Cheiram
Vivem
Sonham
Os seus poemas
Que numa folha branca
Começam a aparecer
E eles a viver.
No Jardim dos Poetas
Vamos poder recordar
Os grandes poetas
Que na nossa mente vão ficar.
Os poetas
Que de alma pura são
Escrevem poemas com toda a sua alma
E nos fica no coração.
Ser poeta
É ter uma borboleta dentro da cabeça
Sempre a voar
A imaginar
A criar
E a estrela mais brilhante no céu
Sempre a brilhar
E o poeta sempre a sonhar.
A poesia
É como uma flor
Sempre a crescer
E a sonhar
Com o mundo da imaginação
E está em todo o lado
Em casa, na escola, em nós próprios
E até no coração.
Ana Cláudia, nº 23
Jardim dos Poetas
Ler, escrever, sonhar
Nas asas da fantasia,
Era o sonho
Que eu mais queria.
Se pudesse voar
Nas asas da fantasia,
Poderia fazer tudo
O que queria
Poderia ler, escrever,
Sonhar, voar.
Andreia Vieira, nº4
Jardim dos Poetas
Eu gosto da Poesia
Com ela posso sonhar
Com ela brincar
Com ela posso imaginar.
É ela que faz os poetas rimar
Ser poeta é ser um pássaro a voar
Lentamente no ar
Ser poeta é?
Sempre histórias inventar
Para mim poesia
É a melhor coisa deste mundo.
A poesia está no meu coração
Quem gosta de poesia
Tem imaginação.
Tiago, nº2
Jardim dos Poetas
Poesia, ó poesia
Quem te criou?
Onde nasceste?
No Universo?
Num Jardim?
Estás em toda a parte
Poesia, linda poesia.
No teu berço
Escondes os olhares dos poetas
Inspiras-te cada vez mais,
E ao ouvirmos-te, choramos,
Rimos ou entristecemos.
Poesia, ó poesia descobridora
De sentimentos maus e bons.
Poesia, quem de ti não gosta
Não tem coração.
Poesia, doce poesia
És uma fada
Que encanta mil amores.
Fazes adoçar os corações
Muito amargos como limões.
Poesia, ó poesia
Quem te criou
Coisa melhor não fez.
Não podias ser mais florida
Minha querida amiga. Flávia, nº 10
Jardim dos Poetas
Eu gosto de uma coisa,
É a poesia.
Eu gosto da poesia porque,
Eu sou quase como um poeta.
A poesia faz-me pensar
E faz-me sonhar,
É que nós todos
Somos muito sonhadores
No Jardim dos Poetas.
A poesia está sempre no Jardim dos Poetas.
Eu gosto muito do Jardim dos Poetas
Vou ao Jardim dos Poetas
Venho para casa
Encantado com os poetas.
A poesia é muito divertida
A poesia é muito gira
A poesia é fantasia.
A poesia para mim
É como uma flor
A poesia anda por todo o lado
Também anda no amor.
Luís Mendes, nº 16
Jardim dos Poetas
O que é a poesia?
Poesia é sonhar
Com tudo o que há no mundo
Com corações e estrelas a brilhar.
A poesia é sonhar
Sonhar com um jardim lindo
É um anjo
Um jardim florido.
Eliana Vieira, nº9
Jardim dos Poetas
No Jardim dos Poetas
Há folhas e roseirais
Árvores e plantas
E folhas a voar.
Miguel Carneiro, nº17
Poetas
O poeta é uma pessoa
Que não pára de sonhar
É uma pessoa
Que a poesia
Há-de sempre amar.
Os pássaros a cantar
E as ideias a soar.
Ó poesia
És o que nos dá energia
Para um mundo novo começar
A correr e a andar
A sonhar
Com o céu
Como as mães com um véu.
O poeta não se interessa
Com a aparência
Nem com as terras
Só se entrega
À poesia
E ao amor.
Rúben, nº19
Jardim dos Poetas
A poesia é vida
Ser poeta é sentir
A poesia no coração
É gostar de ler
Poeta é ser.
Escrever poesia é muito bom
Alegra-nos
Dá-nos vida
Tira-nos da tristeza
Ser poeta
É tudo
O que se pode ser.
Nº12
Jardim dos Poetas
Poesia…
A poesia dos poetas é linda
Tem borboletas e cantigas
Poesia dá-nos o ser
Há imagens que vemos
Cá fora tudo é fantasia
Ser poeta é ser mágico
Quando estamos cá fora
Tudo é poesia.
Inês, nº11
5ºB
Poetas
A sua alma é encantada
Nunca morrem
Pois são relembrados
Com muito carinho.
Serão para sempre
Uma razão de sonhar
De ler e escrever
Para sempre recordar.
Recordações no Presente
Recordações com ternura
Vamos sempre lembrar
A sua alma pura.
Andreia, nº3
Jardim dos Poetas
Quem me dera voar
Nas asas da fantasia
Mas para isso
Preciso da poesia.
Ser poeta
É ter muito amor
Os seus versos
Têm muita cor.
Ser poeta
É sonhar
Com os seus versos
Posso brincar.
Quem me dera
Poeta ser
E muitos versos escrever.
Sara Lopes, nº20
Os Poetas
Os poetas têm
A sua alma encantada
Eles vivem poemas
A partir do nada.
Os poetas
Sentem
Cheiram
Vivem
Sonham
Os seus poemas
Que numa folha branca
Começam a aparecer
E eles a viver.
No Jardim dos Poetas
Vamos poder recordar
Os grandes poetas
Que na nossa mente vão ficar.
Os poetas
Que de alma pura são
Escrevem poemas com toda a sua alma
E nos fica no coração.
Ser poeta
É ter uma borboleta dentro da cabeça
Sempre a voar
A imaginar
A criar
E a estrela mais brilhante no céu
Sempre a brilhar
E o poeta sempre a sonhar.
A poesia
É como uma flor
Sempre a crescer
E a sonhar
Com o mundo da imaginação
E está em todo o lado
Em casa, na escola, em nós próprios
E até no coração.
Ana Cláudia, nº 23
Jardim dos Poetas
Ler, escrever, sonhar
Nas asas da fantasia,
Era o sonho
Que eu mais queria.
Se pudesse voar
Nas asas da fantasia,
Poderia fazer tudo
O que queria
Poderia ler, escrever,
Sonhar, voar.
Andreia Vieira, nº4
Jardim dos Poetas
Eu gosto da Poesia
Com ela posso sonhar
Com ela brincar
Com ela posso imaginar.
É ela que faz os poetas rimar
Ser poeta é ser um pássaro a voar
Lentamente no ar
Ser poeta é?
Sempre histórias inventar
Para mim poesia
É a melhor coisa deste mundo.
A poesia está no meu coração
Quem gosta de poesia
Tem imaginação.
Tiago, nº2
Jardim dos Poetas
Poesia, ó poesia
Quem te criou?
Onde nasceste?
No Universo?
Num Jardim?
Estás em toda a parte
Poesia, linda poesia.
No teu berço
Escondes os olhares dos poetas
Inspiras-te cada vez mais,
E ao ouvirmos-te, choramos,
Rimos ou entristecemos.
Poesia, ó poesia descobridora
De sentimentos maus e bons.
Poesia, quem de ti não gosta
Não tem coração.
Poesia, doce poesia
És uma fada
Que encanta mil amores.
Fazes adoçar os corações
Muito amargos como limões.
Poesia, ó poesia
Quem te criou
Coisa melhor não fez.
Não podias ser mais florida
Minha querida amiga. Flávia, nº 10
Jardim dos Poetas
Eu gosto de uma coisa,
É a poesia.
Eu gosto da poesia porque,
Eu sou quase como um poeta.
A poesia faz-me pensar
E faz-me sonhar,
É que nós todos
Somos muito sonhadores
No Jardim dos Poetas.
A poesia está sempre no Jardim dos Poetas.
Eu gosto muito do Jardim dos Poetas
Vou ao Jardim dos Poetas
Venho para casa
Encantado com os poetas.
A poesia é muito divertida
A poesia é muito gira
A poesia é fantasia.
A poesia para mim
É como uma flor
A poesia anda por todo o lado
Também anda no amor.
Luís Mendes, nº 16
Jardim dos Poetas
O que é a poesia?
Poesia é sonhar
Com tudo o que há no mundo
Com corações e estrelas a brilhar.
A poesia é sonhar
Sonhar com um jardim lindo
É um anjo
Um jardim florido.
Eliana Vieira, nº9
Jardim dos Poetas
No Jardim dos Poetas
Há folhas e roseirais
Árvores e plantas
E folhas a voar.
Miguel Carneiro, nº17
Poetas
O poeta é uma pessoa
Que não pára de sonhar
É uma pessoa
Que a poesia
Há-de sempre amar.
Os pássaros a cantar
E as ideias a soar.
Ó poesia
És o que nos dá energia
Para um mundo novo começar
A correr e a andar
A sonhar
Com o céu
Como as mães com um véu.
O poeta não se interessa
Com a aparência
Nem com as terras
Só se entrega
À poesia
E ao amor.
Rúben, nº19
Jardim dos Poetas
A poesia é vida
Ser poeta é sentir
A poesia no coração
É gostar de ler
Poeta é ser.
Escrever poesia é muito bom
Alegra-nos
Dá-nos vida
Tira-nos da tristeza
Ser poeta
É tudo
O que se pode ser.
Nº12
Jardim dos Poetas
Poesia…
A poesia dos poetas é linda
Tem borboletas e cantigas
Poesia dá-nos o ser
Há imagens que vemos
Cá fora tudo é fantasia
Ser poeta é ser mágico
Quando estamos cá fora
Tudo é poesia.
Inês, nº11
quarta-feira, 13 de maio de 2009
13 de Maio
A 13 de Maio nasce uma nova esperança! Maria, que nasceu abençoada com a fé e a esperança de um mundo melhor,vai dar-nos uma nova alegria.
Que neste dia, vestida de branco e com o seu manto azul, Maria dê luz ao mundo!
O 5º B quer prestar a sua homenagem a todas as mães do mundo inteiro!
Que neste dia, vestida de branco e com o seu manto azul, Maria dê luz ao mundo!
O 5º B quer prestar a sua homenagem a todas as mães do mundo inteiro!
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Dia da Mãe
Vila Caiz, 3 de Maio de 2009
Querida Mãe:
Minha querida mãe, a melhor do mundo, por ti eu sinto um amor profundo.
A ti que me criaste, a ti que sofreste para me dar a vida, quero agradecer, minha mãe querida.
"Mãe querida, Mãe querida
O melhor que a gente tem
Não há outro amor na vida
Igual ao amor de mãe."
Para ti, mãe, o meu amor.
O/A teu/tua filho(a) que muito te ama
(5ºB, todos os alunos que adoram as suas mães)
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Carta do 25 de Abril
Vila caiz, 22 de Abril de 2009
Amiga:
Amiga:
É com carinho que te vou falar sobre o 25 de Abril. Para dizer concretamente, o 25 de Abril significa o fim da ditadura:uma pomba branca com rimas no bico e um cravo vermelho, o nosso símbolo da liberdade de expressão.
Naquele dia(25 de Abril de 1974), no rasgar da madrugada, a revolução de Portugal começou e a rádio não se cansava " Grândola, vila morena..." e os soldados punham cravos nas espingardas e faziam protestos. E não conseguiram resistir-lhes, principalmente o governo.
Um abraço da tua amiga,
Catarina
Faz uma coisa:
Sonha que a paz reina no mundo inteiro!
Carta a uma amiga: " O 25 de Abril"
Vila Caiz, 22 de Abril de 2009
Olá, amiga!
Se gostas da liberdade, aproveita-a bem, pois as pessoas só agora estão a viver!
Tu és livre, podes voar e crescer. Quando me falavam no 25 de Abril, não sabia o que era. Agora sei que foi muito importante. Se não existisse o 25 de Abril, não terias liberdade. Agora podes falar, ler, voar, crescer, sonhar. Foi muito importante e vou explicar-te porquê. Foi quando nasceu um novo valor: a liberdade.
Gosto de ver o sol nascer neste país livre. Se não houvesse liberdade, havia pessoas a sofrer. Eram presas!
Gosto de sentir a liberdade e a sua frescura branca de paz e amor!
Quando não havia liberdade, as pessoas revoltavam-se, mas não podiam fazer nada!
Um beijo da amiga,
Andreia
(Andreia, nº2- 5º B)
Olá, amiga!
Se gostas da liberdade, aproveita-a bem, pois as pessoas só agora estão a viver!
Tu és livre, podes voar e crescer. Quando me falavam no 25 de Abril, não sabia o que era. Agora sei que foi muito importante. Se não existisse o 25 de Abril, não terias liberdade. Agora podes falar, ler, voar, crescer, sonhar. Foi muito importante e vou explicar-te porquê. Foi quando nasceu um novo valor: a liberdade.
Gosto de ver o sol nascer neste país livre. Se não houvesse liberdade, havia pessoas a sofrer. Eram presas!
Gosto de sentir a liberdade e a sua frescura branca de paz e amor!
Quando não havia liberdade, as pessoas revoltavam-se, mas não podiam fazer nada!
Um beijo da amiga,
Andreia
(Andreia, nº2- 5º B)
terça-feira, 24 de março de 2009
Ser Anjo -Ser Estrela
I (Catarina)
Eu queria ser um anjo
Com um pouco de magia
Fazer um mundo melhor
Devolvendo a alegria
II (Marta)
Eu queria ser a estrela
Lá do céu sempre a brilhar
Ensinando o caminho
Para quem quiser amar.
(Refrão) (Catarina)
Eu hoje só queria ser um anjo
Eu hoje só quero estar aqui.
(Marta)
Eu hoje só queria ser a estrela
Brilhando sempre ao pé de ti.
III (Catarina)
Às crianças deste mundo
Esperança eu queria dar
Pois quem sabe no futuro
As guerras hão-de acabar.
IV (Marta)
E das armas eu faria
Borboletas a voar
Com as asas coloridas
Para a todos alegrar.
V (Catarina)
Neste mundo de maldades
Onde não há coração
E as famílias divididas
Pois nelas falta o perdão.
VI (Marta)
Nesse mundo feio e frio
Todos nós somos irmãos
Eu a todos convidava
Para darem suas mãos.
VII (Catarina)
E os idosos desta terra
Que hoje estão a sofrer
Tristes e abandonados
Sem vontade de viver.
VIII (Marta)
A esses tristes velhinhos
Que por nós são afastados
Nos perdoem por favor
Pois iriam ser muito amados.
(As duas)
Vamos pelo mundo fora
Levar a fraternidade
Pelas estrelas do campo
Pelas ruas da cidade
Vamos levar a esperança
O Mundo pode mudar. (bis)
Letra da Canção: Paula de Vila Caiz
Cantoras: Marta e Catarina
Música adaptada
A professora Lurdes Sampaio deliciou os alunos do 5º B com a leitura expressiva de uma fábula de La Fontaine. É visível na expressão dos alunos o interesse manifestado. Apresentou ainda a "Lenda das Sete Cidades". A professora leu a lenda com clareza,expressividade, entoação e ritmo, acompanhando a sua leitura com a apresentação de imagens no quadro interactivo.
Queria agradecer e elogiar a participação desta ilustre professora que motivou os alunos para a leitura integral de obras. É de louvar esta iniciativa promovida pela nossa biblioteca escolar! Bem haja!
Queria agradecer e elogiar a participação desta ilustre professora que motivou os alunos para a leitura integral de obras. É de louvar esta iniciativa promovida pela nossa biblioteca escolar! Bem haja!
prof.Manuela Matos
Leitores-Convidados
Na Semana da Leitura, a nossa leitora- convidada foi a senhora Professora Lurdes Sampaio.
Ficámos encantados com a forma como esta encantadora professora deu vida a duas histórias: "Fábula do Rato da Cidade e do Rato do Campo" de La Fontaine e a "Lenda das Sete Cidades".
Este encontro à volta dos livros foi um momento muito especial e ficará para sempre guardado na nossa memória.
Obrigada, querida professora pelas leituras que partilhou connosco!
segunda-feira, 23 de março de 2009
Contos árabes
O menino-avestruz
“Reza a história que estando um frig em mudanças, uma mulher que levava um miúdo aos ombros ficou pata trás. Tinha visto algo no chão e aproximou-se para ver melhor. Quando lá chegou viu que o que lhe chamara a atenção era um punhado de ovos de avestruz. Quis avisar as pessoas mas, por mais que gritasse, não a ouviam, de modo que decidiu deixar o filho junto dos ovos para correr em busca dos restantes. Quis o azar que, depois de ela os alcançar, e quando todos se dirigiam para o lugar onde estavam os ovos, eufóricos com tão feliz descoberta, se levantasse um vento forte e o irif apagasse qualquer rasto deixado na areia.De modo que, apesar de os membros do frig terem procurado, incansáveis, durante vários dias, não houve maneira de encontrar a criança.
A mãe avestruz, ao ver a criança junto dos ovos, decidiu adoptá-la. De dia saía à procura de comida para a alimentar e à noite cobria-a com o corpo para que não lhe acontecesse nada de mal. Quando nasceram as crias, as pequenas avestruzes e o menino passavam o dia juntos e este fazia vida de avestruz, comendo o que elas comiam, gritando como elas gritavam e correndo tão velozmente como os irmãos adoptivos, saudável e feliz.
Passou o tempo e, um belo dia, um pastor que conduzia os seus rebanhos para outros pastos viu de longe as avestruzes e o rapazinho que corria com elas. Impressionou-o de tal forma aquela visão que, onde quer que fosse, falava daquele acontecimento extraordinário de que fora testemunha:
- Vi com os meus próprios olhos o que vos estou a contar! Era um rapaz, com o cabelo compridíssimo, que corria entre as avestruzes, comento o que elas comiam e emitindo os mesmos ruídos com a garganta.
Quando a história chegou aos ouvidos da família da criança perdida junto dos ovosd de avestruz, todo o frig se pôs imediatamente em marcha. Localizaram o pastor r pediram-lhe que lhes mostrasse o lugar onde apareciam as avestruzes. E quando estas, seguindo o seu costume, pararam para descansar sob os ramos de uma talja, os homens capturaram o rapaz e levaram-no com eles. Trataram dele, cortaram-lhe o cabelo, lavaram-no e ensinaram-no a comer e a comunicar como uma pessoa. Com o decurso do tempo, o menino-avestruz transformou-se num homem, casou-se e teve uma grande descendência.
Quanto às avestruzes, não querendo prescindir da companhia do seu meio-irmão, seguiram-no e instalaram-se junto ao frig para poderem continuar perto dele.”
“Reza a história que estando um frig em mudanças, uma mulher que levava um miúdo aos ombros ficou pata trás. Tinha visto algo no chão e aproximou-se para ver melhor. Quando lá chegou viu que o que lhe chamara a atenção era um punhado de ovos de avestruz. Quis avisar as pessoas mas, por mais que gritasse, não a ouviam, de modo que decidiu deixar o filho junto dos ovos para correr em busca dos restantes. Quis o azar que, depois de ela os alcançar, e quando todos se dirigiam para o lugar onde estavam os ovos, eufóricos com tão feliz descoberta, se levantasse um vento forte e o irif apagasse qualquer rasto deixado na areia.De modo que, apesar de os membros do frig terem procurado, incansáveis, durante vários dias, não houve maneira de encontrar a criança.
A mãe avestruz, ao ver a criança junto dos ovos, decidiu adoptá-la. De dia saía à procura de comida para a alimentar e à noite cobria-a com o corpo para que não lhe acontecesse nada de mal. Quando nasceram as crias, as pequenas avestruzes e o menino passavam o dia juntos e este fazia vida de avestruz, comendo o que elas comiam, gritando como elas gritavam e correndo tão velozmente como os irmãos adoptivos, saudável e feliz.
Passou o tempo e, um belo dia, um pastor que conduzia os seus rebanhos para outros pastos viu de longe as avestruzes e o rapazinho que corria com elas. Impressionou-o de tal forma aquela visão que, onde quer que fosse, falava daquele acontecimento extraordinário de que fora testemunha:
- Vi com os meus próprios olhos o que vos estou a contar! Era um rapaz, com o cabelo compridíssimo, que corria entre as avestruzes, comento o que elas comiam e emitindo os mesmos ruídos com a garganta.
Quando a história chegou aos ouvidos da família da criança perdida junto dos ovosd de avestruz, todo o frig se pôs imediatamente em marcha. Localizaram o pastor r pediram-lhe que lhes mostrasse o lugar onde apareciam as avestruzes. E quando estas, seguindo o seu costume, pararam para descansar sob os ramos de uma talja, os homens capturaram o rapaz e levaram-no com eles. Trataram dele, cortaram-lhe o cabelo, lavaram-no e ensinaram-no a comer e a comunicar como uma pessoa. Com o decurso do tempo, o menino-avestruz transformou-se num homem, casou-se e teve uma grande descendência.
Quanto às avestruzes, não querendo prescindir da companhia do seu meio-irmão, seguiram-no e instalaram-se junto ao frig para poderem continuar perto dele.”
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Voando...
Escrever é voar nas asas da fantasia...
Junta-te até nós e escreve um poema.
Esperamos pelo teu texto!
5ºB
Junta-te até nós e escreve um poema.
Esperamos pelo teu texto!
5ºB
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